sexta-feira, 22 de julho de 2016

Tazo Looney Tunes (1997)

Quem nunca atirou um tazo que atire a primeira pedra. Ou o primeiro tazo. Porque isso, meus amigos, foi uma febre da década de 1990.

Os tazos nada mais eram do que pequenos discos de papel com personagens dos Looney Tunes (leia-se Pernalonga e sua turma). "De papel? Qual a graça nisso"? Se você se perguntou isso, caro leitor, você definitivamente não foi feliz.


Brincar de tazo era como bater figurinha. Você empilhava os disquinhos e ganhava quem virasse eles. Simples, como uma boa brincadeira deve ser. "E virava com a mão"? NÃO! Virava com o sensacional Master Tazo, uma obra de arte da engenharia.


E era isso. Fim.

Mentira, ainda não é o fim. A Elma Chips, responsável por trazer os tazos para o Brasil (dentro dos saquinhos de salgadinhos, lembram?) aproveitou bastante a febre e lançou alguns produtos bacanas, como o Porta-Tazos, um tapete para jogar e o álbum de figurinhas, ou melhor, de tazos.



Os tazos ainda eram separados pela raridade: normais (40 tazos), super (20 tazos) e mega (20 tazos). Ou seja, existia aí uma hierarquia a ser respeitada e uma certa dificuldade em conseguir os mais raros. Pra falar a verdade eu achava que tinham uns 500 tazos diferentes, mas eram só 80 mesmo. 

Eu nem vou perguntar se vocês brincavam com os tazos nos anos 90, porque qualquer criança daquela época teve acesso a esse brinquedo, se é que posso chamar assim.

Olha o comercial dos Tazos Looney Tunes de 1997! Até a próxima!


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Inspetor Bugiganga (1983)

Olá caros leitores, como estão? Como prometido, uma postagem por semana! Até quando isso vai se cumprir? Não tenho ideia, mas aproveitem o momento.

Eu nunca escondi que meus posts preferidos são sobre desenhos. Eu gosto de assistir, gosto de pesquisar, gosto de escrever sobre desenhos. A nossa geração, as crianças das décadas de 80 e 90, pegaram a melhor fase da televisão, com desenhos memoráveis na Globo, SBT, Cultura e saudosa Manchete. Somos muito sortudos de ter vivido essa época pré-internet.

O astro de hoje é o maior espião que o mundo já viu. James Bond? Ethan Hunt? Jason Bourne? NÃO! Bugiganga! Sim, o grande e inigualável Inspetor Bugiganga (Inspector Gadget).


Inspetor Bugiganga foi uma animação produzida em parceria por três países: EUA, Canadá e França em dois idiomas, obviamente o inglês e o francês. O episódio piloto, chamado "Winter Olýmpics" (Olimpíadas de Inverno) foi ao ar em 12 de setembro de 1983 (eu nem era nascido) e contava com um inspetor um pouco diferente. De bigodes!


Prefiro sem.

O desenho contava a história de um inspetor-biônico-robô-esquisito chamado Bugiganga, criado após um acidente de escada (sim, ele escorregou em uma casca de banana e caiu de uma escada) para combater o crime. Aliás, essa origem só foi contada muito mais para frente, em 1991. 

O crime, no caso, atendia pelo nome de Dr. Garra, que era literalmente uma garra. Não exatamente uma garra, mas só a garra aparecia. Vocês entenderam. Porém, em uma busca minuciosa na internet, à la Bugiganga, achei uma imagem do suposto rosto do malvadão. Se acreditam que ele é assim mesmo ou não é com vocês.


Nas suas aventuras o trapalhão contava com a ajuda da sua sobrinha Penny e do cachorro Crânio. Lembram deles?


Inspetor Bugiganga durou apenas 3 anos, de 1983 a 1986, contando com apenas 2 temporadas e 86 episódios. Por aqui passou, creio, em todas as emissoras de televisão existentes. Mas como a nostalgia está em alta, em 2015 foi criada uma versão remasterizada do desenho, agora mais tecnológica, meio 3D, que eu nunca assisto. Mas tem no Netflix, corre lá.


E aí? Gostaram do post de hoje? Assistiam muito ao atrapalhado Inspetor Bugiganga? Então vamos finalizar com um vídeo para relembrar aquela musiquinha que ficará na sua cabeça por uma semana!

terça-feira, 5 de julho de 2016

Titanic (1997)


Olá amigos leitores, como vão? Fico impressionado com o número de acessos que o blog tem diariamente mesmo sem postagens frequentes. Se atingimos quase mil visitas por dia postando uma vez a cada seis meses, imagina se postássemos diariamente? 

Perceberam que quase toda postagem começa com uma desculpa, né? Mas é porque eu realmente me sinto mal em não dar a esse blog a atenção que ele merece, afinal tem um tráfego muito intenso, conteúdo interessante e mesmo assim não consigo dar atenção a ele. Uma lástima.

Enfim, desculpas à parta vamos à postagem de hoje, talvez o grande blockbuster da minha infância. Vamos falar de um dos maiores filmes da história, do papa-Oscars, Titanic, de James Cameron.


Bom, exatamente por se tratar de uma das maiores bilheterias da história eu não perderei muito tempo falando do enredo. Passemos a ele bem rapidamente.

Titanic narra a manjada história do grande transatlântico que afundou em 1912 sob o olhar de uma sobrevivente, Rose, interpretada pela bela Kate Winsle. Já com idade avançada, Rose, interpretada nos dias "atuais" pela saudosa Gloria Stuart, tem contato com os destroços do Titanic, e todas as memórias daquela trágica viagem veem à tona.


O foco do filme é todo em torno do romance vivido por Rose, que era de família rica, com Jack (Leonardo DiCaprio), um trabalhador que ganha a sua entrada para o navio em um jogo de azar. E o que acontece depois todo mundo sabe.


Eles se conhecem, se apaixonam, vivem um tórrido romance, fingem que estão voando na proa do navio e... o navio afunda e o Jack morre. Fim.



Tá, não é tão resumido assim. O filme tem todo um drama, um suspense, cenas de tirar o fôlego (estou parecendo o narrador da sessão da tarde). E os efeitos especiais... ah, os efeitos especiais. Titanic tinha efeitos especiais anos à frente de seu tempo. Não à toa Titanic foi o grande vencedor do Oscar 1998 com nada menos do que 14 indicações e, pasmem, 11 vitórias. Incrível.

Apenas uma observação: acho uma tremenda injustiça o Leonardo DiCaprio não ter sido ao menos indicado para o prêmio de melhor ator. Kate Winslet foi, mas acabou derrotada. 


Ah, uma menção honrosa à espetacular interpretação de My Heart Will Go On na voz da Celine Dion, também vencedora do Oscar. Lindo.


Como todo mundo deve estar cansado de assistir Titanic não vou me estender muito. Fiquem com o trailer oficial do filme e até a próxima!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Super Mario World (1990)


Queridos leitores, como estão? O blog fica parado, depois volta, depois eu sumo, depois eu volto... Mas mesmo assim, aos trancos e barrancos, vamos aumentando a nossa coleção de lembranças. Estão comigo?

Falar de Super Mario pra mim é muito fácil, pois foi disparada a série de jogos que eu mais gostei na vida. Desde aquele primeiro, de 1985, passando pelo não tão famoso Super Mario Bros. 2, de 1988 e o consagrado Super Mario Bros. 3 (aquele mesmo, da raposinha), a Nintendo acertava a mão a cada jogo novo que lançava com nosso amado encanador.

Mas o melhor de todos (incluindo os mais modernos), o jogo mais sensacional envolvendo o italiano bigodudo, o game mais desafiante (e viciante) da minha infância foi sem dúvida o maravilhoso Super Mario World.

Conhecido no Japão também como Super Mario Bros. 4, o jogo foi lançado especialmente para o Super Nintendo, e logo conquistou uma legião de fãs. Como sempre, o Mario tinha que salvar a Princesa Peach das garras do malvado Bowser (Rei Kopa, na minha infância). Como sempre, o Mario passava por diversas fases para conseguir seus objetivos. Como sempre, existiam chefes menos importantes no meio do caminho. 


"Mas Thiago, então esse jogo era igual a todos os outros? Qual a graça?". QUAL A GRAÇA? Amigos, esse foi o melhor jogo do Mario da história (acho que já mencionei isso)! Mas se isso não lhes basta, vamos falar das melhorias em relação aos anteriores.

Obviamente, a jogabilidade foi atualizada e melhorou bastante. Introduziram o "salto giratório", uma grande evolução na época. Ah, e deram ao Mario uma capa de super-herói, com a qual ele podia dar curtos vôos e, pasmem, cair devagar, como se estivesse utilizando um para-quedas.


E como se isso não bastasse, em Super Mario World foi apresentado ao mundo o melhor animalzinho de estimação que já existiu: YOSHI!
Tudo bem que às vezes você tinha que sacrificar o Yoshi pra dar um pulo um pouco mais alto, mas acho que essa lembrança não vem ao caso. Aliás, por falar em Yoshi, em Super Mario World você não tinha um, mas vários. Ou eram irmãos? Aliás, Yoshi é o nome do dinossauro ou a espécie dele? Seriam o Yoshi e seus irmãos ou vários Yoshis? Fiquei confuso agora. A questão é que cada um era de uma cor e fazia algo diferente.

O post está ficando gigante, eu sei. Mas não consigo não me empolgar com Super Mario World. Relevem, afinal é o grande jogo da minha infância, pode ser? 

Continuando, o mapa do jogo era bastante extenso pra época, com passagens, caminhos secretos, pontes, florestas... Tudo isso para chegar ao covil do Bowser.


Por falar em Bowser, ele era o todo-poderoso, mas não o único boss do jogo. Pra chegar até ele você tinha que destruir diversos castelos pelo meio do caminho chefiados pelos filhos do Bowser. Não lembro o nome deles, mas acho que também não interessa muito. Olha a galerinha aí reunida.


Boas lembranças, não?

Espero que tenham gostado de mais esse post, fiz com um carinho todo especial. Super Mario World sempre terá um espaço guardado nas minhas memórias.

Um vídeo da jogabilidade pra encerrar e até a próxima!

 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Pega-Varetas (1961)

Olá leitores, como estão? Não estou postando tanto quanto gostaria, mas ao menos o blog não está ficando parado por meses, o que já é um grande avanço, concordam?

Eu tenho um pouco de receio de fazer posts sobre brinquedos por um único motivo: brinquedos são a base das nossas memórias da infância mas não tem muito o que escrever sobre eles! Ao contrário dos desenhos, que têm história, fatos curiosos, finais envolventes, os brinquedos são... brinquedos. E isso basta. Sem muita enrolação.

A lembrança de hoje é sobre o fenômeno Pega-Varetas, um ícone da historia dos brinquedos. Você brincou, seu pai brincou, talvez até seu avô tenha brincado. E seus filhos certamente brincarão.

O Pega-Varetas consistia simplesmente de varetas. Bastante óbvio, não? Eram varetas multicoloridas que você jogava de qualquer jeito na mesa e começava a pegar sem mexer as outras. Algumas valiam mais pontos, outras menos. Mexeu, perdeu. Simples e divertido, como um brinquedo deve ser.

Por aqui a Estrela começou a fabricar o Pega-Varetas em 1961, mas ele foi inventado muito antes disso. Como não havia direito autoral na fabricação, infinitas fábricas se aventuraram criando diferentes formas do jogo.

Valeu a lembrança? Vocês brincaram muito com o Pega-Varetas? Espero que sim!

Um vídeo pra finalizar mais um post nostálgico.

terça-feira, 8 de março de 2016

VR Troopers (1994)


Hoje a postagem é sobre uma série que passou muito pouco por aqui. Eu, particularmente, sequer me lembro de ter assistido, mas como tivemos alguns pedidos vamos perder algumas linhas falando. Hoje é dia de VR Troopers, bebê!

"Thiago, acho que você se equivocou. Eu conheço esses caras aí, são o Metalder, o Spielvan e a Diana. Não tem nada de VR Trooper aí". Calma que chegamos lá.


Aliás, um adendo. Antes de falar de VR Troopers, pela lógica, eu deveria falar antes de Metalder e de Spielvan. O segundo já teve seus minutos de fama no blog, mas do primeiro eu esqueci. Um dia falo dele. Ou não. Depende da vontade de vocês.

Voltando a VR Troopers, vocês estão certos. Os VR Troopers nada mais eram do que um grupo formado pelo Metalder (no Brasil Metalder, o Homem Máquina), o Spielvan e a Diana (Guerreiro Dimensional Spielvan). Acontece que a Saban Entertainment, mesma produtora dos Power Rangers, fez uma adaptação das duas séries, juntando os heróis japoneses em um tokusatsu americano. O que podia dar errado?


Ah, na segunda temporada, não contentes eles ainda acrescentaram o seriado Shaider (no Brasil, Detetive Especial Shaider) à mistura. Olha, de Shaider eu posso até falar caso queiram, mas já adianto que nem sei do que se trata.

O Shaider é o da direita, não se confundam.
VR Troopers foi transmitida pela Globo nos anos 90, não sei informar exatamente qual a data. A segunda temporada, com o Shaider, acho que nem chegou a ser transmitida por aqui. Me corrijam se eu estiver errado.


Nunca fui um grande fã de VR Troopers, preferia os Power Rangers mesmo. E vocês? Gostavam dessa mistura de heróis japoneses em uma série americana? Ou consideram que VR Troopers deu mais errado do que certo? Deixem seus comentários!

A abertura do seriado pra matar as saudades.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Super Mario Bros. 3 (1988)


Queridos leitores fiéis do Coisas da Minha Infância, preparem os seus guarda-chuvas porque hoje vai cair um dilúvio!!! Depois de mais de um ano sem uma postagem, sem uma notícia, sem um sinal de vida, o blog voltou! Viva!

"Voltou? Mas ele tinha saído?". Tinha. Na verdade ele nunca foi, mas também não estava mais aqui. Estranho né?

Enfim, vamos ao que interessa, lembranças da nossa infância! Sim, pois é por isso que o blog existe, é por isso que os leitores clamam desesperadamente nos comentários (mentira) e é por isso que eu estou aqui escrevendo hoje!

Não me recordo ao certo quando foi a última postagem sobre jogos, e nem sei mais a ordem, mas Super Mario Bros. 3 estava me pedindo um post há tempos. E hoje chegou a vez de um dos melhores jogos da Nintendo da história.


"Ué, mas vai direto pro 3 assim? Sem falar do 1 e do 2?". Ora, desatento leitor, para refrescar a sua memória eu já falei deles sim. Não lembra? Então clica aqui pra ver o post sobre Super Mario Bros. e aqui pra ver o que falamos de Super Mario Bros. 2. Satisfeito?


Lançado em 1988 para o Nintendinho, Super Mario Bros. 3 fez sucesso mesmo foi na época do Super Nintendo, pelo menos aqui no Brasil.

A jogabilidade de Super Mario 3 (posso chamar assim?) era bem parecida com a de seus antecessores, mas com visíveis melhoras nos comandos. Essas melhorias somadas ao boom que nosso querido encanador provocou em sua época de lançamento fizeram com que Super Mario 3 fosse nada menos que o jogo mais vendido da história. Pelo menos é o que diz o Guiness.


Pra quem não se lembra, Super Mario 3 é aquele joguinho em que o Mario vira um guaxinim voador. Sim, crianças, é um jogo sobre um encanador baixinho, gordinho e bigodudo que precisa salvar a princesa das mãos do Bowser (sempre ele), um lagarto gigante. E nesse jogo ele vira um guaxinim voador. O que esses japoneses usavam na década de 80, afinal?

Bom, por ser o game mais vendido da história, obviamente Super Mario 3 deve ter sido jogado por 99% dos leitores do blog, então acho que não preciso me estender muito, senão ao invés de lembrança vira um documentário.

Mas que fique um adendo, pra mim o melhor jogo de Mario ainda está por vir, Super Mario World. Mas Super Mario 3 foi sensacional também.

Claro que terminaremos com um vídeo da jogabilidade. Eu sei que vocês amam os vídeos no fim dos posts.